E aí, galera do SEO! Vamos falar de um assunto que pode dar dor de cabeça em 2026: as famosas Doorway Pages. Sabe aquelas páginas que parecem existir só para te levar a outro lugar? Pois é, o Google tá cada vez mais esperto para pegá-las. Neste artigo, vamos desmistificar como o buscador identifica essas ‘páginas de passagem’ e quais sinais, como a experiência do usuário, a intenção de busca e até os links internos, podem fazer seu tráfego ir para o beleléu. Bora entender como fugir dessa cilada!
Pontos Chave
- Em 2026, o Google usa algoritmos avançados e machine learning para identificar Doorway Pages, analisando padrões de comportamento e conteúdo.
- Uma má experiência do usuário, com alto tempo de permanência e taxa de rejeição, é um forte indicativo para o Google de que uma página é de passagem.
- Páginas que não atendem à intenção de busca do usuário, mesmo que bem otimizadas, correm o risco de serem penalizadas e perderem tráfego.
- Estruturas de links internos com redirecionamentos estranhos ou um perfil de links incomum podem denunciar Doorway Pages ao Google.
- É possível transformar antigas Doorway Pages em conteúdo útil, reescrevendo-as com foco no usuário e consolidando informações para melhorar o SEO.
Entenda de uma vez por todas o que são Doorway Pages
Vamos direto ao ponto: o que raios são essas tais de “doorway pages”? Pensa nelas como páginas de fachada, criadas mais para enganar o Google do que para ajudar gente de verdade. Elas aparecem nos resultados de busca para um monte de termos específicos, mas quando você clica, o conteúdo é raso, repetitivo ou te joga pra outro lugar. O objetivo principal é capturar tráfego, não oferecer uma solução real.
Por que as páginas de passagem ainda existem
Sabe, por mais que o Google tente barrar, sempre tem gente tentando dar um jeitinho. Antigamente, era mais fácil criar um monte de páginas com variações de palavras-chave e ver qual pegava. Era uma tática meio “atire para todo lado”. Hoje, isso é furada, mas a ideia de ter uma página para cada coisinha ainda persiste em alguns cantos. É como tentar vender um monte de produtos iguais com embalagens diferentes, esperando que alguém compre por causa da cor da caixa. No fim das contas, o que importa é o que tem dentro, né?
Diferenças entre Doorway Pages, landing pages e hubs
Muita gente confunde tudo, mas a diferença é gritante:
- Doorway Pages: Criadas para rankear, não para o usuário. Conteúdo fraco, muitas vezes te redirecionando.
- Landing Pages: Feitas para uma campanha específica, com um objetivo claro (capturar lead, vender algo). O foco é a conversão, mas o conteúdo é relevante para quem chegou ali.
- Hubs (ou Páginas Pilar): São centros de conteúdo. Cobrem um tópico amplo de forma aprofundada, com links para artigos mais específicos. São ótimas para o usuário e para o SEO.
Uma tabela rápida pra clarear:
| Tipo de Página | Foco Principal | Valor para o Usuário | Exemplo |
|---|---|---|---|
| Doorway Page | Rankear para termos | Baixo | Página “melhor seguro carro São Paulo” que leva para outra |
| Landing Page | Conversão (lead/venda) | Médio a Alto | Página de um e-book gratuito para download |
| Hub/Página Pilar | Conteúdo Aprofundado | Alto | Guia completo sobre marketing digital |
O impacto direto dessas páginas no ranking
Se você usa essas táticas de “porta de entrada” hoje em dia, pode esperar o pior. O Google não gosta nada disso. Ele quer que o usuário encontre o que procura na primeira página que visita. Criar um monte de páginas que só servem de trampolim é visto como uma tentativa de manipulação. Isso pode levar a uma queda feia no seu posicionamento nos resultados, e acredite, recuperar isso dá um trabalho danado. É melhor focar em criar conteúdo que realmente ajude as pessoas, em vez de tentar enganar o algoritmo. Pense em construir um site útil, não um labirinto de páginas sem sentido.
Como o Google identifica Doorway Pages em 2026
Olha, o Google não é bobo nem nada. Em 2026, a coisa ficou ainda mais esperta. Eles não estão mais só olhando para palavras-chave jogadas de qualquer jeito. A detecção de páginas de passagem ficou bem mais sofisticada, e é bom a gente entender como isso funciona pra não cair em furada.
Novos algoritmos que mudaram o jogo
Os algoritmos do Google estão sempre evoluindo, né? Em 2026, eles deram um salto. Agora, a ideia é entender a experiência que o usuário tem no site, e não só o que tem escrito nas páginas. Pensa assim: se você cria um monte de páginas que são quase iguais, só mudando uma coisinha ou outra pra tentar pegar mais buscas, o Google percebe. Eles querem que o usuário encontre o que procura de primeira, sem ter que pular de página em página.
Machine learning e análise de padrões
É aqui que o bicho pega. O Google usa machine learning pra identificar padrões. Ele aprende com milhões de sites e comportamentos de usuários. Se um monte de páginas no seu site têm conteúdo muito parecido, pouca informação útil e são criadas só pra direcionar pra uma página principal, o sistema já acende uma luzinha vermelha. Eles analisam como os usuários interagem com essas páginas: clicam, saem rápido, voltam? Tudo isso vira dado pra eles. É como se o Google tivesse um detetive particular pra cada site, analisando tudo em tempo real.
Exemplos práticos de detecção automática
Imagina que você cria 10 páginas só pra falar de “tênis de corrida para iniciantes em São Paulo”, “tênis de corrida para iniciantes em Campinas”, “tênis de corrida para iniciantes em Ribeirão Preto”, e por aí vai. O conteúdo é quase o mesmo, só muda a cidade.
O Google vai olhar isso e pensar: “Hummm, isso parece uma tentativa de enganar o sistema”. Outro exemplo é quando você tem muitas páginas com um botão gigante “Compre agora” que levam pro mesmo produto, sem adicionar nenhum valor extra em cada página. Essas páginas que parecem cópias com pequenas alterações são um prato cheio para os algoritmos de detecção.
O Google está cada vez mais focado em entregar a melhor resposta para a intenção do usuário. Páginas criadas com o único propósito de ranquear para variações de palavras-chave, sem oferecer conteúdo único e útil, são vistas como uma má experiência e, portanto, penalizadas.
Para evitar cair nessa, é importante pensar em como o usuário realmente busca informação. Se você tem um e-commerce, por exemplo, em vez de criar páginas para cada variação de busca local, talvez seja mais inteligente ter uma página principal sobre tênis de corrida e usar otimização para buscas locais de forma mais inteligente, talvez com um blog post ou uma seção de FAQ que aborde as diferentes regiões.
O importante é que cada página tenha um propósito claro e ofereça algo de novo para o visitante. Lembre-se que o objetivo final é sempre a experiência do usuário, e não apenas a otimização para robôs. Estratégias de SEO ético são o caminho a seguir.
O papel da experiência do usuário na detecção de páginas de passagem

Sabe aquela sensação de entrar num site e ficar totalmente perdido? Ou pior, de clicar num link e cair numa página que não tem nada a ver com o que você esperava? Pois é, o Google também sente isso. Em 2026, a experiência do usuário (UX) virou um dos principais holofotes para identificar aquelas famosas “páginas de passagem” que só servem para enganar os buscadores.
Como fatores de UX entregam a existência de Doorway Pages
O Google não é bobo. Ele percebe quando uma página foi criada só para ranquear, sem se importar se o visitante vai gostar ou achar útil. Se a navegação é confusa, se o conteúdo é raso ou se a página demora uma eternidade pra carregar, isso já acende um alerta. Pense assim: se você, como usuário, se sente frustrado, o Google provavelmente também vai. Uma experiência ruim é um sinal claro de que a página não foi feita pensando em quem a visita. É como tentar vender um produto numa loja bagunçada e sem atendentes; ninguém vai querer ficar ali.
Tempo de permanência e taxa de rejeição como sinais críticos
Essas duas métricas são tipo o termômetro da satisfação do usuário. Se a galera entra na sua página e sai rapidinho (alta taxa de rejeição), ou se fica pouco tempo (baixo tempo de permanência), o Google interpreta isso como um “não gostei”.
Páginas de passagem geralmente sofrem com isso porque o conteúdo não entrega o que promete, e o usuário logo percebe e cai fora. É um ciclo vicioso: página ruim leva a métricas ruins, que levam o Google a penalizar a página. Se você está vendo suas métricas de conversão cair, pode ser um sinal de que a experiência do usuário não está legal.
Scroll, cliques e interações: métricas na mira do Google
Mas não é só de tempo e rejeição que vive o Google. Ele também olha como o usuário interage com a página. Alguém está rolando a página até o fim? Clicando em botões? Vendo vídeos? Essas ações mostram engajamento. Se a página é uma “porta de entrada” sem conteúdo de fato, é provável que os usuários não façam nada disso. Eles entram, veem que não é o que queriam, e saem.
O Google usa machine learning para analisar esses padrões de interação e identificar páginas que não conseguem prender a atenção do visitante. É por isso que otimizar a experiência do usuário é tão importante hoje em dia, até mesmo para quem trabalha com SEO programático e cria muitas páginas.
A intenção de busca e seu peso no combate às Doorway Pages
Sabe, antigamente era mais fácil enganar o Google. Bastava encher a página de palavras-chave e pronto, o ranking vinha. Mas hoje, em 2026, a coisa mudou. O Google ficou muito mais esperto e começou a prestar atenção no que o usuário realmente quer. É aí que entra a tal da intenção de busca.
Por que páginas desalinhadas à intenção caem rápido
Pensa comigo: você procura por “receita de bolo de chocolate fofinho” e o Google te joga num site que só fala sobre a história do chocolate ou vende batedeiras. Frustrante, né? O Google percebe isso rapidinho. Se a sua página não entrega o que a pessoa buscou, ela vai embora em segundos. E o Google entende que essa página não serve pra nada, então ela despenca nos resultados. É um ciclo vicioso: o usuário não gosta, o Google penaliza, e o tráfego some.
Como o Google entende o que o usuário realmente quer
O Google usa um monte de sinais pra sacar a intenção. Ele olha o que as pessoas clicam, quanto tempo ficam, se voltam pra busca pra procurar outra coisa. Se muita gente que chega na sua página sobre “como consertar torneira pingando” sai correndo e vai pra um site que ensina a trocar o reparo, o Google entende que sua página não ajudou. Ele analisa o contexto da busca, os termos usados e até mesmo o histórico de navegação do usuário (se permitido, claro). É uma análise bem profunda, que vai além das simples palavras-chave. Eles querem saber o porquê da busca.
Otimizando seu conteúdo para corresponder à intenção
Então, como a gente faz pra não cair nessa? Primeiro, pesquise o que as pessoas querem. Use ferramentas pra ver os termos que elas usam e, mais importante, o que elas esperam encontrar. Se a busca é “melhores tênis de corrida 2026”, não adianta falar só de um modelo. Crie um conteúdo que compare, que explique os prós e contras, que ajude o usuário a decidir.
Pense em responder todas as dúvidas que podem surgir. O objetivo é ser a resposta completa, não só um monte de texto jogado. Criar conteúdo que demonstre conhecimento profundo e responda diretamente à intenção do usuário é o caminho para melhorar a experiência e o posicionamento. Adapte sua estratégia para diferentes intenções de busca (informacional, transacional, investigativa) para garantir que seu site seja visto como a melhor resposta. É sobre ser útil de verdade.
O Google quer que os usuários encontrem o que procuram rapidamente. Se sua página não faz isso, ela não tem valor para o buscador, e consequentemente, para o usuário.
Sinais de links internos que denunciam páginas de passagem

Cara, vamos falar de links internos. Muita gente acha que é só sair linkando tudo pra tudo quanto é lado, mas o Google tá de olho nisso. Se a sua estrutura de links parece meio… forçada, pode ser um sinal de que você tá tentando enganar o sistema com páginas de passagem.
Perfis de links incomuns e red flags para o Google
Pensa comigo: se um monte de páginas no seu site só servem pra levar pra outra página, sem agregar valor nenhum, o Google percebe. É como se fosse um monte de corredores sem salas. Um perfil de links que aponta para muitas páginas com conteúdo superficial e pouca profundidade é uma bandeira vermelha.
- Links excessivos para páginas de baixa qualidade: Se muitas páginas do seu site linkam para um número desproporcional de outras páginas que não oferecem nada de novo, isso levanta suspeitas.
- Padrões de linkagem repetitivos: Usar sempre os mesmos textos âncora ou links em todas as páginas pode parecer artificial.
- Falta de links para conteúdo principal: Páginas de passagem geralmente não linkam de volta para o conteúdo mais importante do seu site, focando apenas em direcionar o tráfego.
Redirecionamentos ocultos acabam com a autoridade
Outra coisa que o Google não gosta é de tentar esconder o jogo. Se você tá usando redirecionamentos de um jeito que confunde o usuário ou o Googlebot, já era. Isso pode acontecer quando uma página de passagem redireciona para outra, que por sua vez redireciona para a página final. Isso não só é chato pro usuário, mas também pode diluir a autoridade que a página deveria ter. Se você tá vendo uma queda no seu HTTPS, pode ser um sinal de problemas técnicos como esse.
Boas práticas para estruturar links internos sem medo
Então, como fazer certo? A ideia é que os links internos ajudem o usuário a encontrar o que ele precisa e ajudem o Google a entender a estrutura do seu site. Pensa em:
- Linkar para conteúdo relevante: Sempre que mencionar um tópico, veja se tem uma página no seu site que aprofunda isso e linke para ela.
- Usar textos âncora descritivos: Em vez de “clique aqui”, use algo como “dicas para [tópico específico]”.
- Criar hubs de conteúdo: Agrupe informações relacionadas em páginas centrais e linke para elas a partir de conteúdos mais específicos. Isso ajuda a organizar o site e a mostrar ao Google quais são os tópicos mais importantes.
Evite criar páginas que só existem para linkar para outras. O foco deve ser sempre em fornecer informação útil e clara para quem visita o seu site. Se uma página não tem um propósito claro para o usuário, ela pode ser considerada conteúdo fino e prejudicar seu ranking.
Erros comuns que transformam páginas normais em Doorway Pages
Às vezes, sem querer, a gente acaba criando uma página que parece inofensiva, mas que o Google pode interpretar como uma daquelas páginas de passagem. É fácil cair nessa armadilha, especialmente quando a gente tá focado em aparecer em mais buscas. Mas o Google tá cada vez mais esperto pra pegar essas manobras.
Abuso de segmentação geográfica em massa
Sabe quando você cria um monte de páginas só pra dizer que seu serviço tá disponível em cada cidadezinha do Brasil? Tipo, uma página pra “encanador em São Paulo”, outra pra “encanador em Campinas”, “encanador em Ribeirão Preto”, e por aí vai. Se o conteúdo dessas páginas for quase o mesmo, mudando só o nome da cidade, o Google saca na hora que aquilo é só pra tentar ranquear em vários lugares. É um atalho que raramente funciona a longo prazo.
- Página genérica para “Serviço X na Cidade Y”.
- Conteúdo quase idêntico, com poucas variações.
- Foco em palavras-chave geográficas em vez de resolver um problema real do usuário.
Isso pode ser visto como uma tentativa de enganar o sistema, e o Google não curte nada disso. Em vez de criar dezenas de páginas iguais, pense em uma página principal que fale sobre o seu serviço e, quem sabe, tenha uma seção de “onde atendemos” ou links para páginas de locais específicos se houver conteúdo realmente distinto para cada um. Criar um monte de páginas com pouca informação é um erro comum que pode levar a penalidades, e o Google já alertou sobre isso.
Conteúdo duplicado com pequenas variações
Isso anda de mãos dadas com o exemplo acima. Criar várias páginas que dizem a mesma coisa, mudando só uma palavra ou outra, é um convite pro Google te dar uma bronca. Pensa assim: se você tem uma página sobre “benefícios do chá verde” e outra sobre “vantagens do chá verde”, e o texto é praticamente o mesmo, pra quê duas páginas? O Google prefere ter uma página rica em conteúdo do que várias rasas e repetidas. Páginas com conteúdo duplicado podem ser vistas como uma tática para manipular os resultados de busca.
Uso exagerado de palavras-chave e sinônimos
Antigamente, a gente enchia a página de palavras-chave pra tentar aparecer no topo. Hoje, isso é receita pra desastre. Se você repete a mesma palavra ou sinônimos dela tantas vezes que o texto fica artificial e difícil de ler, o Google percebe. Eles chamam isso de keyword stuffing. A ideia é escrever para pessoas, não para robôs. O conteúdo precisa ser natural, informativo e agradável de ler. Se o texto parece um robô escrevendo, é um sinal de alerta. O foco deve ser sempre na qualidade e na experiência do usuário.
O Google quer ver conteúdo que realmente ajude as pessoas. Quando você força a barra com palavras-chave, o que você tá fazendo é criar uma experiência ruim pro seu visitante. E isso, no fim das contas, prejudica o seu próprio site. É melhor ter menos páginas, mas que sejam realmente boas e úteis, do que um monte de páginas que não agregam valor. Pense em como melhorar a experiência do seu site como um todo.
Esses são alguns dos tropeços mais comuns. Evitá-los significa focar em criar conteúdo de qualidade, que realmente responda às perguntas dos usuários e ofereça uma boa experiência, em vez de tentar enganar o algoritmo. Lembre-se, o objetivo é ser útil, não apenas aparecer em mais lugares. Evitar essas práticas é fundamental para manter um bom posicionamento e evitar que seu site seja penalizado, como já foi alertado em discussões sobre práticas de link building arriscadas.
Como a inteligência artificial do Google evoluiu para flagrar Doorway Pages
A vida de quem cria conteúdo online ficou ainda mais apertada desde que o Google botou IA de verdade pra trabalhar nas buscas. Em 2026, se você ainda tenta usar aquelas velhas técnicas pra fazer doorway page passar despercebida, sinto informar: a chance de tomar rasteira aumentou MUITO.
Modelos preditivos que reconhecem padrões suspeitos
A graça não tá só na análise palavra por palavra. Agora, os algoritmos aprendem com toneladas de exemplos. Eles olham pra padrão: estrutura repetitiva, links estranhos, excesso de segmentação, e já associam com páginas de passagem.
- O sistema detecta padrões de repetição em blocos de texto e estrutura similar entre várias páginas.
- Analisa a dispersão dos links internos e como eles se conectam dentro do site.
- O machine learning cruza sinais de comportamento do usuário, tipo bounce rate nas alturas, navegação truncada e cliques forçados.
Análise semântica que vai além das palavras-chave
Em 2026, o Google não vê mais só palavra igual. A IA agora entende o significado das frases. Então, nem adianta mudar meia dúzia de palavras ou jogar sinônimos esperando enganar. Se o conteúdo é basicamente o mesmo, o sistema percebe.
Se sua página não entrega algo único e relevante, pode se preparar para ver o tráfego despencar, mesmo que você tenha tentado “disfarçar” com variações menores.
Experimentos do Google em 2026 que mudaram o SEO
Nesse ano, rolou muita atualização escondida. Boa parte dos sites que sumiram das buscas de uma hora pra outra provavelmente trombaram nesses experimentos da IA – e nem perceberam.
Tabela dos principais sinais identificados em Doorway Pages por IA:
| Sinal identificado | Resultado para a página |
|---|---|
| Estrutura repetitiva | Probabilidade alta de punição |
| Dispersão de links estranhos | Baixa autoridade |
| Conteúdo muito similar | Perda de posições |
| Clicks artificiais | Sinalização de manipulação |
Em resumo: o Google tá cada vez mais difícil de enrolar. A IA tá inteligente o bastante pra entender tanto o contexto quanto a intenção, e doorway pages agora são alvos fáceis.
A relação entre doorway pages e queda súbita de tráfego
Sabe quando seu site, que estava indo super bem, de repente despenca no ranking e o tráfego some? Pois é, muitas vezes a culpa é daquelas famosas doorway pages. O Google não gosta nada dessas páginas que parecem feitas só para enganar os buscadores, e quando ele pega o jeito, a punição pode ser severa. É como se o Google dissesse: “Ei, você tentou me passar pra trás!” e te joga pra escanteio.
Casos reais de penalização e recuperação
Já vi muita gente se descabelar porque o tráfego sumiu do dia pra noite. Geralmente, isso acontece depois de uma atualização do Google ou quando ele finalmente percebe que um monte de páginas suas são praticamente iguais, só mudando uma palavrinha aqui e ali. O resultado? Uma queda brusca que assusta qualquer um. Recuperar-se disso não é fácil, mas dá pra fazer. O segredo é arrumar a casa, tirar o que não presta e focar no que realmente importa para o usuário. É um trabalho de formiguinha, mas quem não desiste, volta.
Como descobrir se suas páginas estão na mira do Google
Primeiro, fique de olho nas suas métricas. Uma queda repentina no tráfego orgânico é o sinal mais óbvio. Se você notar que muitas páginas que antes traziam visitantes agora não aparecem mais nos resultados, ou que a taxa de rejeição disparou em páginas específicas, acenda o alerta. Ferramentas como o Google Search Console são suas melhores amigas aqui.
Elas mostram se há erros de rastreamento, problemas de indexação ou até mesmo se o Google está te sinalizando por algum motivo. Uma auditoria de SEO completa também pode ajudar a identificar essas páginas problemáticas antes que o estrago seja maior. Descobrir problemas ocultos é o primeiro passo.
Ferramentas para monitorar sinais de alerta
Para não ser pego de surpresa, é bom ter algumas ferramentas na manga. O Google Analytics vai te mostrar a queda no tráfego e o comportamento do usuário. O Google Search Console, como falei, é essencial para ver a saúde do seu site aos olhos do Google. Além desses, existem ferramentas pagas que fazem uma análise mais profunda, como o SEMrush ou Ahrefs, que ajudam a identificar páginas com baixo desempenho ou com conteúdo duplicado.
Para quem trabalha com muitas localizações, ferramentas que ajudam a gerenciar o SEO local podem ser um salva-vidas, evitando que estratégias de segmentação geográfica em massa se tornem um problema. Gerenciar SEO local é importante.
O Google está cada vez mais esperto em identificar conteúdo que não agrega valor real. Se suas páginas parecem ter sido criadas apenas para ranquear, sem um propósito claro para o usuário, o risco de queda é altíssimo.
Lembre-se, o foco do Google é entregar a melhor experiência para o usuário. Páginas de passagem, por mais que pareçam uma boa ideia para capturar tráfego, no fim das contas, só atrapalham essa experiência. E o Google não perdoa quem atrapalha. Se você tem muitas páginas com conteúdo similar, talvez seja hora de pensar em consolidá-las ou reescrevê-las para que realmente façam sentido para quem está buscando informação. O objetivo é ter um site limpo, organizado e, acima de tudo, útil. Otimizar conteúdo para IA também passa por isso.
Táticas para transformar antigas Doorway Pages em ativos valiosos
E aí, galera! Se você se pegou com umas páginas que parecem ter virado doorway pages sem querer, calma! Nem tudo está perdido. Dá pra dar um jeito nisso e fazer essas páginas trabalharem a seu favor de novo. É tipo consertar um móvel antigo: com um pouco de carinho e as ferramentas certas, ele volta a ser útil e bonito.
Reescrevendo conteúdo para foco real no usuário
A primeira coisa é olhar pra essas páginas com olhos de quem acabou de descobrir o site. Elas realmente ajudam quem chega? Ou só estão ali enchendo linguiça? A ideia é transformar o conteúdo. Pensa em adicionar informações que realmente agreguem valor, que respondam às dúvidas do usuário de forma completa. Esqueça o excesso de palavras-chave e foque em responder perguntas.
Se a página era só um monte de link para outros lugares, que tal adicionar um texto explicativo, um guia rápido ou até um estudo de caso? O objetivo é que o usuário sinta que encontrou o que procurava ali mesmo, sem precisar sair clicando em tudo.
Consolidando páginas semelhantes para evitar penalidades
Sabe aquelas páginas que são quase idênticas, mudando só uma coisinha ou outra? Tipo, uma para cada cidadezinha próxima? Isso é um prato cheio pra ser confundido com doorway page. A melhor tática aqui é juntar tudo. Pega o conteúdo dessas páginas e cria uma única página mais robusta, que fale sobre a região de forma mais ampla.
Se a segmentação geográfica é importante, você pode usar outras estratégias, como otimizar para termos mais específicos dentro dessa página consolidada, ou usar técnicas de SEO local de forma mais inteligente. Menos páginas, mas com mais qualidade e relevância, é o caminho.
Aprendendo a criar hubs relevantes que agradam o Google
Em vez de ter um monte de páginas pequenas e isoladas, pense em criar “hubs” de conteúdo. Um hub é uma página central que reúne links para vários conteúdos relacionados sobre um tema específico. Pensa nela como um índice super completo. Por exemplo, se você tem várias páginas sobre diferentes tipos de café, crie um hub “Tudo sobre Café” que linka para todas elas, mas também oferece um panorama geral, dicas de preparo, história, etc.
Isso mostra ao Google que você tem autoridade no assunto e organiza a informação para o usuário. É uma forma de atrair mais visitantes de maneira orgânica e sustentável.
O segredo é pensar sempre na experiência de quem está lendo. Se você fosse o usuário, o que gostaria de encontrar? Páginas que parecem armadilhas de links ou conteúdo que realmente resolve um problema? A resposta é óbvia, né?
Transformar páginas problemáticas em ativos exige um olhar crítico e um bom trabalho de reescrita e organização. Mas o resultado vale a pena: um site mais limpo, mais útil para os usuários e, claro, mais amigo do Google.
Checklist para identificar se seu site tem Doorway Pages
E aí, galera! Bora dar uma olhada se o seu site anda meio suspeito, com umas páginas que parecem mais um portal de entrada para o Google do que para os seus visitantes? Identificar essas ‘páginas de passagem’ é o primeiro passo pra não tomar um tombo feio no ranking. Pensa comigo, o Google tá cada vez mais esperto, e o que funcionava antes, hoje pode ser um tiro no pé. Então, vamos fazer um check-up rápido no seu site.
Perguntas essenciais para auditar seu próprio conteúdo
Pra começar, se liga nessas perguntas. Elas são tipo um raio-x pra ver se tem alguma coisa errada:
- Essa página responde de verdade à pergunta do usuário ou só joga ele pra outro lugar?
- O conteúdo é original e útil, ou parece que foi feito só pra encher linguiça e pegar palavra-chave?
- Se eu fosse um visitante, eu ficaria satisfeito com essa página ou me sentiria enganado?
- A página tem um propósito claro e direto, ou é um monte de link sem sentido?
- O texto parece natural ou foi escrito por um robô com um dicionário na mão?
Sinais técnicos e de conteúdo para ficar de olho
Além das perguntas, tem uns sinais mais técnicos e de conteúdo que gritam ‘doorway page’ pro Google. Fique atento a:
- Conteúdo muito parecido: Várias páginas com o mesmo tema, mudando só uma coisinha ou outra (tipo a cidade em que você atua). Isso pode ser um sinal de que você tá tentando dominar um termo de busca de forma artificial.
- Foco excessivo em palavras-chave: Se a página parece um dicionário de sinônimos e variações de uma palavra, sem um texto fluído e natural, é um alerta.
- Pouca ou nenhuma informação útil: A página tem um monte de link, mas não explica nada direito? Ou o conteúdo é superficial demais?
- Design confuso ou sobrecarregado: Páginas feitas só para ranquear costumam ter um design que não ajuda o usuário, com muitos links e pouca clareza. Um bom design de landing page foca na conversão e na experiência.
- Links que não levam a lugar nenhum útil: Se a maioria dos links te joga para outras páginas internas que também não agregam valor, ou pior, para sites externos sem relevância, desconfie.
Ferramentas gratuitas que ajudam no diagnóstico
Não precisa ser nenhum gênio da tecnologia pra fazer essa auditoria. Existem ferramentas que podem te dar uma mão:
- Google Search Console: É o seu melhor amigo. Ele mostra erros de rastreamento, problemas de indexação e até se o Google notou algo estranho no seu site. Fique de olho nas mensagens sobre páginas com pouca qualidade ou conteúdo duplicado.
- Screaming Frog SEO Spider: Essa ferramenta (tem uma versão gratuita que ajuda bastante) rastreia seu site e te dá um panorama técnico. Você pode ver títulos duplicados, meta descrições repetidas e a estrutura de links, o que pode indicar páginas problemáticas.
- Análise manual: Às vezes, a melhor ferramenta é o seu próprio olhar crítico. Navegue pelo seu site como se fosse um usuário novo. Veja se a experiência é boa e se o conteúdo faz sentido. Lembre-se que o Google quer oferecer a melhor experiência para o usuário, e páginas que não fazem isso tendem a cair. Se você está criando páginas com o único objetivo de manipular o ranking, isso é considerado uma técnica de black hat SEO.
Se você perceber que muitas das suas páginas têm um conteúdo superficial, são muito parecidas entre si, ou parecem ter sido criadas apenas para ranquear para termos de busca específicos sem oferecer valor real, é hora de repensar sua estratégia.
O foco deve ser sempre em ajudar o usuário, e não em enganar o Google. Um bom conteúdo é aquele que resolve o problema do seu público, e não apenas um monte de palavras-chave juntas. Para evitar uma alta taxa de rejeição, crie conteúdo relevante e de qualidade que resolva os problemas do seu público. Mantenha o conteúdo atualizado regularmente, verificando links quebrados e adicionando novas informações.
Fazer essa auditoria pode parecer chato, mas é um investimento pra garantir que seu site continue visível e agradando tanto os usuários quanto o Google. E lembre-se, o objetivo é ter um site que funcione bem para as pessoas, e não apenas para os robôs de busca. Se o seu site tem erros que o tornam invisível, é hora de corrigir. Considere reestruturar seu conteúdo para uma melhor visibilidade.
Como evitar práticas que podem ser confundidas com Doorway Pages
Às vezes, a linha entre uma página útil e uma página de passagem é bem tênue. A gente quer otimizar para o Google, mas sem cair na armadilha de criar conteúdo que só serve para enganar os robôs. Então, como a gente faz isso direito?
Dicas para diferenciar landing pages legítimas e páginas de passagem
Primeiro, pense no usuário. Uma landing page de verdade tem um objetivo claro: capturar um lead, vender um produto específico, promover um evento. Ela é feita para converter, e isso é bom. Já uma página de passagem, bem, ela só existe para te jogar para outra página, geralmente sem oferecer nada de valor no meio. A diferença principal está no valor que a página entrega diretamente ao visitante.
- Landing Page Legítima: Foco em uma oferta ou ação específica. Conteúdo direto ao ponto, com um CTA claro. Exemplo: uma página para baixar um e-book.
- Página de Passagem: Múltiplos CTAs, conteúdo genérico ou duplicado, objetivo principal é direcionar para outras páginas. Exemplo: uma página criada só para ranquear por uma variação de palavra-chave.
- Hub de Conteúdo: Organiza informações sobre um tema amplo, com links para artigos mais detalhados. Oferece valor em cada nível.
O perigo de estratégias antigas de SEO
Lembra daquela época em que a gente criava um monte de páginas só para pegar palavras-chave diferentes? Tipo, uma página para “tênis de corrida azul”, outra para “tênis azul para correr”, e assim por diante. Isso era comum, mas hoje em dia o Google pega isso na hora. Eles querem ver conteúdo que realmente ajude as pessoas, não um monte de texto repetido com pequenas mudanças. Se você ainda pensa assim, é hora de mudar o chip. O foco agora é em qualidade e relevância para o usuário.
Criação de estruturas claras e honestas para o usuário
Uma boa estrutura de site ajuda todo mundo, inclusive o Google. Pense em como as informações estão organizadas. Se o usuário clica em um link e não sabe para onde está indo, ou se ele chega em uma página que não tem nada a ver com o que ele procurava, isso é um sinal ruim. URLs amigáveis, que descrevem o conteúdo da página, são um bom começo. Uma estrutura de URL limpa faz toda a diferença na experiência.
Criar conteúdo para o usuário, e não para os motores de busca, é o caminho mais seguro. Isso significa pensar em como a informação será apresentada, se é fácil de encontrar e se realmente responde às dúvidas de quem está lendo. Evite a tentação de criar páginas extras só para cobrir mais termos de busca se o conteúdo for superficial.
Se você tem muitas páginas que parecem muito parecidas, talvez seja hora de consolidá-las. O Google não gosta de ver conteúdo duplicado ou muito similar, pois isso pode ser interpretado como uma tentativa de manipular os resultados de busca. Em vez de ter dez páginas mais ou menos sobre o mesmo assunto, crie uma página principal bem completa e use links internos para direcionar para seções específicas ou artigos relacionados.
Isso é muito mais eficaz e seguro. Se você está preocupado com a possibilidade de ter páginas problemáticas, uma auditoria é sempre uma boa ideia. Lembre-se, o objetivo é ser útil e transparente. Evite a tentação de usar táticas que pareçam atalhos, pois elas geralmente levam a penalidades. O foco deve ser sempre em construir um site que as pessoas gostem de usar e que o Google entenda como legítimo e útil.
Para evitar problemas sérios, como penalidades do Google, a melhor estratégia é a honestidade e a qualidade. Se você notar que seu site não está aparecendo nos resultados, pode ser um sinal de que algo está errado, e vale a pena investigar erros comuns de SEO.
Evitar ser confundido com doorway pages é mais fácil do que parece! Basta criar conteúdos originais para cada página do seu site e não copiar textos só para atrair visitas. Cuide bem das suas páginas para garantir que todas sejam úteis para quem entra. Quer aprender mais dicas simples de SEO? Visite o site do Doutor Octopus e transforme o seu site agora mesmo.
E aí, o que fica pra 2026?
Olha, a real é que o Google tá cada vez mais esperto com essas páginas de passagem. Não adianta tentar enganar o buscador com um monte de link sem sentido ou conteúdo que não ajuda ninguém. O foco agora é dar uma experiência boa pro usuário, sabe?
Se a pessoa entra no seu site e não acha o que procurava, ou se o site é uma bagunça, o Google percebe. E essa história de link interno? Se não tiver uma lógica, vira bagunça também. Então, pra 2026, a dica é: pense no seu visitante primeiro. Crie conteúdo que realmente resolva o problema dele, organize tudo direitinho e faça os links ajudarem a pessoa a encontrar mais informação útil. No fim das contas, é isso que o Google quer ver. Menos truque, mais valor de verdade.
Perguntas Frequentes
O que são essas ‘páginas de passagem’ que todo mundo fala?
Imagina que você cria um monte de páginas só pra enganar o Google, com umas palavrinhas que ele gosta, mas que não ajudam ninguém de verdade. Elas são tipo um atalho que não leva a lugar nenhum útil pro usuário. O Google não curte isso, não.
Por que o Google ainda se importa com isso em 2026?
O Google quer que a gente ache o que procura de verdade. Essas páginas enganam o sistema e frustram quem tá buscando algo. Então, eles tão sempre melhorando pra pegar quem tenta dar uma de esperto.
Como o Google descobre se uma página é de passagem?
Ele é esperto! Usa inteligência artificial pra ver se a página é igual a um monte de outras, se o que tá escrito não faz muito sentido pra quem lê, se o usuário entra e sai rapidinho. Tem vários sinais que ele fica de olho.
Minhas páginas de ‘contato’ ou ‘sobre nós’ podem ser consideradas páginas de passagem?
Se elas forem feitas com cuidado, para ajudar o usuário a te encontrar ou saber mais sobre você, geralmente não. O problema é quando criam várias páginas muito parecidas só pra tentar aparecer mais nas buscas, sem oferecer algo novo.
O que é ‘intenção de busca’ e por que é tão importante?
Intenção de busca é o que a pessoa realmente quer quando digita algo no Google. Se sua página fala sobre uma coisa, mas o usuário queria outra, o Google percebe que não ajudou e a página pode cair.
Se eu usar muitas palavras-chave, meu site pode virar uma página de passagem?
Pode sim! Se você encher a página de palavras-chave sem que o texto faça sentido ou ajude quem tá lendo, o Google entende que é uma tentativa de enganar. É melhor escrever de forma natural e útil.
O que eu faço se meu site já tem páginas assim?
Calma! Dá pra consertar. Você pode juntar as páginas parecidas, melhorar o conteúdo pra que ele seja realmente útil e focar em ajudar o usuário. É como dar um ‘up’ nas suas páginas pra elas serem legais de verdade.
Como posso ter certeza que meu site está seguro e não tem páginas de passagem?
Faça uma auditoria! Olhe suas páginas com atenção, veja se elas são úteis, se o conteúdo é original e se a navegação é fácil. Existem ferramentas que podem te dar uma mãozinha pra checar tudo isso.





